sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Cássia Kiss estrela campanha da Abrata

A Associação Brasileira de Familiares, Amigos e Portadores de Transtornos Afetivos (Abrata), estreou este mês a campanha Abrata em Ação, com a participação especial da atriz Cássia Kiss.
No filme, a atriz fala sobre os transtornos afetivos, que atingem milhares de pessoas por todo o planeta. Só a depressão, por exemplo, atinge cerca de 121 milhões de pessoas no mundo, sendo que, dessas, 75% nunca receberam tratamento adequado. Hoje, a depressão é a quarta causa global de incapacidade e deve ser a segunda até o ano de 2020.
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Cássia Kiss apóia e acredita no trabalho da Abrata, que foi criada, justamente, a partir da necessidade de uma associação em que se cuidasse dos interesses relacionados aos familiares, amigos e portadores de transtornos afetivos, como a depressão e o transtorno bipolar do humor.
A associação foi organizada em 1999, por um grupo de profissionais de saúde mental do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (Universidade de São Paulo), familiares e portadores de transtornos afetivos. A Abrata é uma associação sem fins lucrativos, sediada na cidade de São Paulo, contando, em 2008, com cerca de 3.000 associados.
Fonte: Jornal de Piracicaba, quinta-feira, 30 de outubro de 2008

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Crianças também podem desenvolver transtorno bipolar

Mais de 40% dos pequenos com a doença continuam com sintomas na vida adulta
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O estudo defende a idéia de que as crianças podem, sim, desenvolver transtorno bipolar, diagnóstico controverso mesmo em adultos. E, muito embora os detalhes ainda não sejam precisos, a maior parte dos médicos acreditam nessa possibilidade.
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Segundo a autora do estudo, Barbara Geller, professora de psiquiatria na Washington University, crianças com esse transtorno podem apresentar a doença na vida adulta.
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Os pesquisadores, que tiveram seus resultados publicados na revista Archives of General Psychiatry, acompanharam 115 crianças de aproximadamente 11 anos, que foram diagnosticadas com transtorno bipolar entre 1995 e 1998. Oito anos depois, 54 estavam com mais de 18 anos e 44% desses pacientes ainda tinham episódios da crise.
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Agora os pesquisadores estão estudando como a genética influencia nesse quadro e a possibilidade de um exame das funções cerebrais determinar se uma criança sofre do distúrbio.